Psicomotricidade Relacional
A Psicomotricidade Relacional
Carlos Roberto Aplewicz, Psicólogo e Psicomotricista
Relacional
A Psicomotricidade Relacional foi
O ineditismo do método reside no fato de que a criança, através do
lúdico consegue revelar, de modo natural, o que se passa no seu mundo interior,
sem necessidade de qualquer expressão verbal. Elas expressam desejos,
necessidades e dificuldades, sem se darem conta do que acontece, fazendo o que
elas mais gostam e sabem fazer: brincar. Para elas o brincar é coisa séria e é
brincando que as crianças estruturam o seu aparelho psíquico, brincam para
aprender e a simbolizar, portanto, o brincar já é uma terapia.
Quando a criança apresenta, notadamente na escola, condutas de: agressividade, inibição, hipercinesia, muita agitação,
dependência, falta de limites, TOC, medos, TDA/H (hiperatividade), frustrações,
auto-estima baixa, entre outros, tais fatores comprometem seu
aprendizado.
A Psicomotricidade Relacional vai, então, gerar
estímulos para o ajuste positivo daqueles distúrbios comportamentais, sociais e
cognitivos: incentivando o aprendizado, despertando o
desejo de aprender, melhorando a produtividade da criança, superando
medos, prevenindo dificuldades de expressão motora, verbal ou
gráfica, estimulando à criatividade, a atenção, a concentração, a
memória, elevando a auto-estima, aceitação de limites, aceitação
de frustrações, resultando em mais desejo de aprender, pela
constante exploração de suas potencialidades.
São valorizados os aspectos
positivos de sua personalidade, necessários à superação de suas dificuldades,
construindo, assim, o caminho rumo à sua autonomia. O método pode ser levado a
escolas, creches e clínicas e organizações.
“Eu tenho confiança na criança. Não quero destruir sistematicamente sua estrutura, não quero lhe dar outra. Somente quero ajudá-la a descobrir a sua, aquela que lhe permitirá se desembaraçar ao máximo de dependências e de conflitos neuróticos, de valorizar suas potencialidades, neste difícil equilíbrio entre a afirmação pessoal e o respeito aos outros”.
André Lapierre
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